Bolsonaro cita crise na Argentina ao reafirmar que não tabelará preços de alimentos

O presidente comentou o aumento do preço do ovo, destacou a "lei da oferta e da procura" e citou o caso do arroz. "A partir do final de dezembro, começa uma colheita grande de arroz e aí normaliza o preço
  • Por Redação
  • 16 set, 2020

Na manhã desta quarta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro voltou a descartar, em conversa com apoiadores em frente ao Palácio do Planalto, qualquer tabelamento de preço para conter a alta de alimentos como o arroz ou o óleo de cozinha.

Ao comentar sobre alta no preço do ovo, o presidente destacou que é a "lei da oferta e da procura", e citou o caso do arroz. "A partir do final de dezembro, começa uma colheita grande de arroz e aí normaliza o preço. Não posso é começar a interferir no mercado. Se a gente interferir, o material some da prateleira", afirmou Bolsonaro.

O presidente também citou o governo argentino sobre problemas que o país vizinho vive em relação a abastecimento. "Vou pedir a vocês para darem uma olhadinha de como está na Argentina. Não vou fazer críticas aqui, mas dá uma olhadinha na Argentina. Quem tiver amigo lá, pede para mandar imagem do que está acontecendo", disse.