Após pressão da esquerda, Bolsonaro revoga decreto que visava atendimento médico gratuito em unidades particulares

Segundo o texto, o governo estabeleceria "parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde" e visava "permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”
  • Por Redação
  • 28 out, 2020

Nesta quarta-feira (28), após pressão da grande mídia de viés mais à esquerda e toda a esquerda política, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que revogou o decreto (texto aqui) que autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI), visando o término de obras paradas e com o objetivo de “permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”. 

O presidente também desmentiu as afirmações de que seria a privatização do SUS. 

- O SUS e sua falsa privatização.

- Temos atualmente mais de 4.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) inacabadas.

- Faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal.

- O espírito do Decreto 10.530, já revogado, visava o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União.

- A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS.

- Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto o mesmo poderá ser reeditado”, escreveu o presidente em suas redes sociais.