Aborto foi a principal causa global de morte em 2020, com 42,7 milhões de mortos

No final de 2020 e no primeiro dia do ano de 2021, o mundo viu o aborto legalizado na Argentina e na Coréia do Sul, uma contínua redução em relação à proteção do direito à vida dos nascituros
  • Por Redação
  • 02 jan, 2021

Com um recorde de 42,7 milhões de bebês em gestação mortos no útero em 2020, o aborto terminou mais um ano como a maior causa de morte ao redor do mundo, revelaram os dados fornecidos pelo Worldometer, tendo como base as recentes estatísticas sobre abortos publicadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 31 de dezembro de 2020, havia 42,7 milhões de abortos realizados ao longo de todo o ano, enquanto no mesmo período, 8,2 milhões de pessoas morreram de câncer, 5 milhões de fumo e 1,7 milhão de HIV / AIDS.

Já as mortes em todo o mundo decorrentos do coronavírus em 2020 totalizaram 1,8 milhões, segundo a Universidade Johns Hopkins.

"O Worldometer -  eleito  um dos melhores sites de referência gratuita pela American Library Association (ALA) - mantém uma contagem contínua ao longo do ano das principais estatísticas mundiais, incluindo população, nascimentos, mortes, automóveis produzidos, livros publicados e emissões de CO2.", informa o Breitbart. 

No final de 2020 e no primeiro dia do ano de 2021, o mundo viu o aborto legalizado na Argentina e na Coréia do Sul, como uma contínua redução em relação à proteção do direito à vida dos nascituros.

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