Maternidades no Reino Unido substituem termo 'leite materno' por 'leite humano' para ser 'mais inclusivo'

No Brasil, recentemente, a página oficial do "médico da Globo" Drauzio Varella chamou as mulheres de "pessoas com vagina"
  • Por Redação
  • 11 fev, 2021

Hospital no Reino Unido anunciou, nessa quarta-feira  (10), que começará a usar nova linguagem para "incluir pessoas trans e não binárias", substituindo termos como "leite materno" por "leite humano". 

Nossa abordagem foi cuidadosamente considerada para incluir pessoas trans e não binárias que deram à luz", informou a Brighton e Sussex Maternity no Twitter. 

O tweet da instituição incluiu um documento de 19 páginas com uma tabela de linguagem de gênero que a equipe está autorizada a usar. 

Na tabela, a palavra "mães" por si só também será evitada, com os profissionais da maternidade sendo instruídos a usar "mães ou pais que dão à luz". "Mulher" também será trocada por "gente" ou outra linguagem inclusiva e "Pai" será substituído por "progenitor" ou "co-progenitor". 

Em um comunicado, os hospitais universitários de Brighton e Sussex disseram que estão focados em ser mais inclusivos com as parteiras que prestam cuidados a pessoas trans que dão à luz.  

No Brasil, recentemente, a página oficial do "médico da Globo" Drauzio Varella chamou as mulheres de "pessoas com vagina".  

 "A candidíase atinge até 75% das pessoas com vagina em alguma fase da vida e, embora haja essa confusão, ela não é sexualmente transmissível, uma vez que é provocada por fungos que habitam a própria flora biológica", diz publicação do Portal Drauzio.